Ficha técnica
Sinopse
Três narrativas ambientadas em Nova York, cidade que se torna a imagem de um labirinto mental feito de crimes e violência, pistas falsas e verdadeiras, acasos e equívocos.
Nas três histórias deste livro, Paul Auster, talvez o mais nova-iorquino dos escritores americanos, confronta seus personagens com o mistério da identidade, do conhecimento e da arte. Em Cidade de vidro, um escritor de policiais é confundido com um detetive particular e passa a encarnar a sério o papel. Em Fantasmas, um detetive contratado para vigiar um homem transforma a tarefa num caso de vida ou morte. Em O quarto fechado, o amigo de um escritor desaparecido é atormentado pela culpa, depois que a suposta viúva o encarrega de publicar os originais do marido. Nova York se torna, aqui, a imagem de um labirinto mental feito de pistas falsas e verdadeiras, de acasos e equívocos: é na própria cidade que Auster se apóia para retrabalhar o gênero policial.
Nas três histórias deste livro, Paul Auster, talvez o mais nova-iorquino dos escritores americanos, confronta seus personagens com o mistério da identidade, do conhecimento e da arte. Em Cidade de vidro, um escritor de policiais é confundido com um detetive particular e passa a encarnar a sério o papel. Em Fantasmas, um detetive contratado para vigiar um homem transforma a tarefa num caso de vida ou morte. Em O quarto fechado, o amigo de um escritor desaparecido é atormentado pela culpa, depois que a suposta viúva o encarrega de publicar os originais do marido. Nova York se torna, aqui, a imagem de um labirinto mental feito de pistas falsas e verdadeiras, de acasos e equívocos: é na própria cidade que Auster se apóia para retrabalhar o gênero policial.
Especificações do produto
- Autor (a)Paul Auster
- Tradutor (a)Rubens Figueiredo
- GêneroLiteratura e Ficção
- EditoraCompanhia das Letras
- Páginas344
- Ano2019
- Edição1ª
- IdiomaPortuguês
- ISBN9788554515379
- Tamanho2,95 MB
- Idade indicadaLivre
Resenhas no
Resenha com spoilers
Saudoso Paul Auster
Finalmente li este livro do Paul Auster, que estava na minha lista há um tempo.
Ainda jovem li o Invisível dele e, na época, gostei muito e segui desde lá querendo ler esse livro dito como um dos melhores dele, porém, já havia começado a ler uma vez muito tempo atrás e desisti, achei complexo e fiquei perdido logo na primeira história, era um livro emprestado de biblioteca e devolvi pouco tempo depois. Anos depois comprei o livro numa feira, mas só agora parti para ler e foi iniciando este livro que, depois soube, o autor faleceu este ano, fiquei triste com a notícia, mas também mais determinado em ler o livro por mais que enfrentasse o desejo de desistir de novo hehe.
Dessa vez, achei a leitura bem mais fácil e gostei muito da construção das três histórias, seus personagens e essa linguagem de escritor/detetive que brinca com o leitor, misturando passagens e ideias dos personagens com a voz do próprio autor. Paul Auster escreve sobre escritores como se falasse de si mesmo e extrapolasse ações que tem vontade de fazer. Das três narrativas, a primeira ficou como a minha preferida e é muito legal ver a relação que ambas criam entre si.
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