Good Omens: Belas maldições

BertrandNeil Gaiman,Terry Pratchett
R$ 34,90
  • Páginas
    305
  • Tamanho
    1,33 MB
  • Idioma
    Português
  • Idade indicada
    Livre
  • Ano de Publicação
    2019

Ficha técnica

Sinopse

Nova edição revista e aprimorada de obra essencial de dois dos maiores autores britânicos de todos os tempos. Agora uma aclamada série produzida pela Amazon Prime Video.

 O mundo vai acabar em um sábado. No próximo sábado, para falar a verdade. Pouco antes da hora do jantar. Não há nada que possa ser feito para frustrar o Grande Plano divino. Mas quando uma freira satanista um tanto distraída estraga um esquema de troca de bebês e o pequeno Anticristo acaba sendo entregue ao casal errado, tem início uma série de erros cômicos que podem ameaçar o próprio Armagedom.

Aziraphale é um anjo que atua na Inglaterra e dono de um sebo nas horas vagas. Crowley é um demônio e ex-serpente responsável pela mesma região. Ambos veem nessa confusão uma grande oportunidade, porque os dois, que vivem entre os humanos desde o Princípio, apegaram-se demais ao mundo para desejar a grande batalha entre o Céu e o Inferno.

Em sua jornada para evitar o Armagedom e encontrar o Anticristo, agora um menino de 11 anos vivendo tranquilamente em uma cidadezinha inglesa, eles acabarão trombando com uma jovem ocultista, dona do único livro que prevê com precisão os acontecimentos do fim do mundo, com caçadores de bruxas ainda na ativa e, quem sabe, até com os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Mas eles terão de ser rápidos. Não é só o tempo que está acabando...

Esta edição contém a tradução revisada a partir do original revisto, aprovado por Neil Gaiman e pelo Pratchett Estate, que corrige vários erros de digitação e imprecisões presentes em edições anteriores.

Especificações do produto

  • Autor (a)Neil Gaiman,Terry Pratchett
  • GêneroLiteratura e Ficção
  • EditoraBertrand
  • Páginas305
  • Ano2019
  • Edição
  • IdiomaPortuguês
  • ISBN9788528624168
  • Tamanho1,33 MB
  • Idade indicadaLivre

Resenhas no

Resenha com spoilers
Não tem nenhum rouxinol cantando!
"Nada dura para sempre... Boa sorte." A série 'Good Omens', baseada no livro homônimo, explora a improvável relação entre um anjo e um demônio tentando evitar o fim do mundo. Composta por seis episódios, a segunda temporada tem uma narrativa que se arrasta no começo, mas se apressa nos últimos minutos para resolver tudo. O que fez essa obra se destacar para mim foi, sem dúvida, o relacionamento entre Aziraphale e Crowley: um anjo gentil, educado e ligeiramente excêntrico, e um demônio descontraído, charmoso e sarcástico. É sobre essa relação que quero debater. Aziraphale e Crowley se conhecem há muito tempo, desde quando Crowley ainda era um anjo. Com o passar dos milênios, trabalhando na Terra a mando do Céu e do Inferno, eles se encontravam frequentemente, e vez ou outra era conveniente "trabalharem juntos" — como no episódio com os filhos de Jó. A cada novo encontro, a parceria entre eles se fortalecia. O que começou por conveniência evoluiu para uma amizade genuína, com Crowley sempre afirmando ser um demônio ruim e Aziraphale insistindo que ele era, de fato, bom. Um momento marcante é quando Aziraphale se sente culpado por ter mentido para salvar os filhos de Jó e acredita estar se tornando um demônio. Crowley, então, o conforta dizendo que ele não é um demônio, mas sim "um anjo que concorda com o Céu até onde pode". Isso espelha a autodefinição de Crowley como "um demônio que concorda com o Inferno até onde pode", mostrando que o bem e o mal não são absolutos. Nessa cena, Crowley também reforça que, embora suas posições sejam solitárias, eles estão juntos nisso — uma relação que aqueceu meu coração, especialmente na cena em que Aziraphale estende sua asa para proteger Crowley da chuva. O que quero destacar é que Aziraphale e Crowley se importam verdadeiramente um com o outro, independentemente dos rótulos. Sua relação, existente há milênios, é algo que ninguém julgaria possível — nem mesmo eles. Um anjo e um demônio juntos? Quem imaginaria? A trama da segunda temporada acontece porque Aziraphale quer proteger outro anjo, que até então foi um grande incômodo para os dois. Mesmo sabendo dos riscos, Crowley não hesita em ajudar porque é o que Aziraphale deseja. No final, quando tudo se resolve como num filme da Disney (e a trama principal mostra-se pouco interessante), Crowley finalmente decide confessar seus sentimentos. Aziraphale, por outro lado, recebe a maior proposta de sua existência: se tornar o anjo mais poderoso dos Céus. Nesse momento, ambos estão ansiosos para compartilhar algo um com o outro. Aziraphale propõe que juntos, no Céu, poderiam fazer a diferença, enquanto Crowley revela que já lhe foi oferecido retornar ao Inferno — algo que recusou prontamente. Aziraphale vê o Inferno como algo ruim, mas Crowley insiste que eles são melhores juntos, além das divisões do Céu e Inferno. No entanto, Aziraphale ignora isso, escolhendo o poder celestial em detrimento de estar ao lado de Crowley. O final retorna ao início: dois lados opostos. Aziraphale sobe ao Céu, enquanto Crowley volta às ruas em seu Bentley, deixando o público com a sensação de que o bem e o mal são conceitos mais complexos do que parecem. Mesmo um anjo pode ser cegado pelo poder, e um demônio pode ser honesto e fiel até o fim.
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Resenha com spoilers
Um livro super engraçado. Passei o livro todo rindo. Fico imaginando como é o seriado. Até as notas de rodapé eram hilárias.
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Jessica Dias03/03/2024
Resenha com spoilers
O fim do mundo?
Um livro engraçado, que me tirou várias risadas. Conta, de maneira humorística ácida, sobre os eventos do nascimento do Anticristo e fim do mundo. Um ótimo livro para sair de ressacas literárias
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