Grande sertão: veredas

Companhia de BolsoJoão Guimarães Rosa
R$ 34,90
  • Páginas
    504
  • Tamanho
    2,19 MB
  • Idioma
    Português
  • Idade indicada
    Livre
  • Ano de Publicação
    2021

Ficha técnica

Sinopse

Edição de bolso de uma das principais obras-primas da língua portuguesa.

"O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem."

Publicado originalmente em 1956, Grande sertão: veredas é uma das obras mais apaixonantes da literatura brasileira. Ao narrar o mundo através dos olhos de Riobaldo, Guimarães Rosa constrói um romance fascinante, que mescla sofrimento, luta, alegria, violência, amor e morte em uma prosa extremamente inventiva. Neste clássico arrebatador, as paisagens percorridas pelos jagunços ganham uma dimensão universal e profundamente humana. "Sertão: é dentro da gente."
Esta edição, de bolso, conta com posfácio de Davi Arrigucci Jr., cronologia do autor e sugestões de leitura.

Especificações do produto

  • Autor (a)João Guimarães Rosa
  • GêneroLiteratura e Ficção
  • EditoraCompanhia de Bolso
  • Páginas504
  • Ano2021
  • Edição
  • IdiomaPortuguês
  • ISBN9786557821879
  • Tamanho2,19 MB
  • Idade indicadaLivre

Resenhas no

Gabriel Barros15/12/2025
Resenha com spoilers
De estourar os miolos
Riobaldo Tatarana é um jovem que entra cedo para a vida de jagunço. O livro, narrado a partir do monólogo desse personagem, aborda principalmente temas como o maniqueísmo, o amor proibido e o questionamento da vida. Gostei muito da leitura, especialmente do final.
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Cristina Santos08/10/2025
Resenha com spoilers
Grande sertão: veredas
Que coisa mais linda! Nestas horas que dá gosto ser brasileira e poder ler uma obra destas no original! Minha edição era mais longa porque tinha toda uma análise no final, além de toda a história de vida de Guimarães Rosa. Fiz questão de ler tudo porque fiquei encantada!
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Resenha com spoilers
Uma linda história de amor
Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, foi publicado em 1956. A edição que eu li é a 1ª edição da Companhia de bolso, de 2021, com 732 páginas (e-book), mas o romance mesmo tem um pouco mais de 600 páginas. O romance é narrado em primeira pessoa, por um ex-jagunço: Riobaldo. Ele conta, para um interlocutor que não dialoga (explicitamente) com ele, as suas aventuras como jagunço pelo sertão de MG. É um clássico da literatura brasileira pela linguagem usada por Guimarães Rosa. É um grande causo contado em apenas um capítulo. Há o experimentalismo linguístico da primeira fase do modernismo. O interessante é observar que a escrita nos faz perceber o ritmo da fala do narrador. Infelizmente, isso pode afugentar os leitores mais jovens, pois é uma leitura complexa. Os pontos altos do romance são as reflexões filosóficas do narrador, com várias frases de efeito (perfeito para aqueles que amam marcar seus livros e fazer anotações); e, lógico, a história de amor entre Riobaldo e Diadorim. Amava como Riobaldo falava de Diadorim: “Diadorim é minha neblina”. Uma história linda de um amor impossível entre dois jagunços, que começou quando Riobaldo tinha 14 anos. Essa história é permeada também pela dúvida de Riobaldo: o diabo existe? No final, você terá a resposta. Grande Sertão: Veredas é leitura obrigatória! É um clássico, um marco da nossa literatura, da nossa cultura, que deve ser lido por todos.
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