Auguste Dupin

Editora Novo SéculoEdgar Allan Poe
R$ 19,90
  • Páginas
    192
  • Tamanho
    3,66 MB
  • Idioma
    Português
  • Idade indicada
    Livre
  • Ano de Publicação
    2019

Ficha técnica

Sinopse

UMA EDIÇÃO DE LUXO DA OBRA QUE INSPIROU SHERLOCK HOLMES, AGATHA CHRISTIE E OS DETETIVES MODERNOS Décadas antes do icônico Sherlock Holmes fascinar os leitores com sua astúcia e inteligência, Edgar Allan Poe – a mente por trás de grandes obras da literatura mundial, bem como da gênese do conto da maneira que conhecemos – escreveu "Os assassinatos da Rua Morgue". Nesse conto, somos apresentados ao peculiar monsieur C. Auguste Dupin, criminologista notável por sua inteligência durante a investigação de misteriosos casos de assassinato. E é claro que Poe estava, mais uma vez, fazendo história: Dupin foi o primeiro detetive da literatura, naquela que é considerada a primeira história do gênero a ser publicada. O trabalho do autor foi responsável por influenciar não só a criação de Arthur Conan Doyle como toda história policial, desde aquelas escritas no século 19 até as que são lançadas atualmente. Agora, esse legado ganha um tributo nesta edição, que reúne "Os assassinatos da Rua Morgue", "O mistério de Marie Rogêt" e "A carta furtada", ou seja, a trilogia completa protagonizada pelo detetive de Poe – Auguste Dupin, o primeiro detetive.

Especificações do produto

  • Autor (a)Edgar Allan Poe
  • Tradutor (a)Oscar Nestarez,Fátima Pinho
  • GêneroPolicial e Suspense
  • EditoraEditora Novo Século
  • Páginas192
  • Ano2019
  • Edição
  • IdiomaPortuguês
  • ISBN9788542816235
  • Tamanho3,66 MB
  • Idade indicadaLivre

Resenhas no

Resenha com spoilers
Arrastado de vez em quando, mesmo assim, valeu a leitura
RESENHA DO LIVRO "AUGUSTE DUPIN - O PRIMEIRO DETETIVE" DO AUTOR EDGAR ALLAN POE📚 Este livro contém os contos Assassinato na Rua Morgue, O mistério de Marie Rogêt, A carta furtada, O corvo e O escaravelho de ouro 📗📗📗📗📗📗📗📗📗📗📗 Tenho procurado ler mais clássicos para conhecê-los e esta foi a primeira vez que li um livro do Edgar Allan Poe Ele é do tipo que faz uma longa explanação antes de contar a história em si, então prepare-se para esta parte, que achei um pouco arrastada Gostei de conhecer Auguste Dupin, que "surgiu" um pouco antes de outro detetive muito conhecido, Sherlock Holmes e antes ainda de Hercule Poirot. Eu vi ali elementos destes dois últimos, como a personalidade e aparência física... será que Arthur Conan Doyle e Agatha Christie se "inspiraram" no protagonista de Poe? Olha eu jogando a sementinha da dúvida aí Voltando ao livro, apesar de algumas partes serem detalhistas demais, achei divertido e vale a pena. Ver a mente do detetive trabalhando é algo inesquecível... cada detalhezinho, nada passa batido aos de Dupin. O meu conto preferido foi o Assassinato na rua Morgue, um cr1me totalmente "fora da caixinha" e um assassino acima de qualquer suspeita. O corvo foi outro conto/poema que eu já estava procurando para ler há tempos, já que só via trechos por aí. E essa edição ainda foi mais especial, já que quem traduziu foi Machado de Assis. Os outros contos também são bons e recomendo. Já estou à procura de outros livros de Poe. . . . . . #resenha #dicadeleitura #classicos #poe
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Kelita Maressa 04/08/2023
Resenha com spoilers
Não leia esperando o mesmo que Sherlock
É fato que Sherlock foi inspirado em Dupin, e tem suas semelhanças na forma de raciocínio, porém são muito diferentes. Se você nunca leu nada de Poe, saiba que ele é o mestre do terror, para alguns sua escrita pode ser perturbadora, para outros confusa e pra maioria massante. Mas esse é o estilo do Gato, todas as suas obras tem uma complexidade padrão. Nessa obra você encontra três contos, o melhor deles sendo o primeiro. O segundo descorre em conjecturas que podem parecer intermináveis e o terceiro é só sem graça. Mas vale a experiência e o plot do primeiro conto é bem legal.
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ekatherinah29/01/2023
Resenha com spoilers
uma experiência que gostei de ter exceto por Marie Rogêt
peguei esse livro depois de finalizar minha leitura da coleção completa da obra original de Sherlock Holmes. Quando soube que foram essas obras que moldaram um gênero literário inteiro e que o Doyle bebeu dessa fonte, fiquei curiosa para ver como seria. Não criei nenhum tipo de expectativa quanto ao que encontraria aqui, então não rolou decepção ou qualquer coisa parecida. Como com Sherlock Holmes, eu amei fazer essa experiência. Os Assassinatos da Rua Morgue: tenho um sentimento misto com esse conto, mas é mais pelo desfecho. Toda a condução é ótima, se você já for acostumado a autores descritivos ou com o Poe em si vai ficar bem. Poe também descreve, além das análises, do raciocínio de Auguste; o cenário e os corpos e nessa parte dos corpos que tive certeza de estar lendo Poe, já que Doyle não faz descrições daquele tipo. Quanto ao desfecho eu não achei muito crível. Fiquei voltando e pensando "hmm, não, não comprei a ideia, não". De resto eu fiquei animada para continuar lendo os próximos até que chegou em Marie Rogêt e essa animação se escafedeu. E ainda acho engraçado a morbidez do nome da rua com a história do conto. Por isso é meu favorito dos três, porque vejo os elementos do escritor aqui: a morbidez, a bizarrice e o detalhamento. O Mistério de Marie Rogêt: estou traumatizada com esse conto. Ele é muito pedante. O bastidor do conto é mais interessante que o próprio conto já que ele é histórico e mescla o real (do caso de Mary Rogers) com o fictício (o caso de Marie Rogêt) além de que representa exatamente o que o próprio autor fez ao estudar o caso de Mary Rogers pelo que foi publicado em jornais. A mescla que Poe fez, colocando o caso Rogers não como inspiração, mas sim como semelhante, como se o caso de Rogêt fosse real e tivesse acontecido de modo tão parecido por mera coincidência, sem separar o real do fictício; é um recurso que acho sempre interessante. Primeiro o Poe contextualiza a semelhança do caso de Marie com o caso real da moça Mary Rogers, depois ele transcreve as notícias de vários jornais parisienses, depois o Dupin começa a contra argumentar essas notícias detalhando seu raciocínio até finalizar suas suposições sobre o caso. Aqui não é muito sobre resolver o caso (inclusive o caso de Rogers também não foi solucionado), mas mostrar os mecanismos de análise do caso. Tenho a impressão de que se for de opção do leitor é possível pegar as notícias dos jornais que Poe escreveu e tentar fazer por si só as análises e suposições sobre para logo depois ler as considerações de Dupin. Apesar de interessante, para quem não tem interesse de fazer isso só fica maçante de tanta descrição e vai e volta para no final não existir a resolução clássica de casos. Eu já sei que o Poe é descritivo, mas aqui ele foi bem hardcore e infelizmente só me fez ficar pensando "acaba logo, peloamor dos deuses aaaa". A Carta Furtada: foi o conto que mais senti a semelhança com Sherlock. Se na Rua Morgue temos acesso ao que veríamos no interno de Holmes, o raciocínio e a análise, se o Conan Doyle focasse nessa aspecto; aqui temos acesso ao que vemos de externo do detetive de Baker Street. A ideia de algo óbvio para Dupin, mas não para os outros; a presença do chefe de polícia G., a ação executada e depois a explicação, o deboche e a escolha de lados ao lidar com o caso, o uso da distração e disfarce (ainda que não tenha sido com grandes elaborações) com o recurso do "escondido na sua cara" - tudo isso me transportou para Sherlock Holmes. E depois de ler Marie Rogêt foi um descanso bastante bem vindo.
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