Memórias de Martha

Janela Amarela EditoraJúlia Lopes De Almeida
R$ 20,60
  • Páginas
    118
  • Tamanho
    4,72 MB
  • Idioma
    Português
  • Idade indicada
    Livre
  • Ano de Publicação
    2020

Ficha técnica

Sinopse

 Memórias de Martha    é uma autobiografia ficcional escrita por Julia Lopes de Almeida e publicada em 1899. Nela, acompanhamos a trajetória de Martha desde sua infância. Sua vida em um cortiço carioca, no fim do século XIX, e as dificuldades pelas quais passa com sua mãe, viúva, que precisa trabalhar para sustentar a filha. O livro chama atenção para a situação da mulher naquele período e exalta a importância da educação para a conquista de novas oportunidades. São memórias de uma personagem mulher, escritas por mulher, algo extraordinário no tempo em que o romance foi escrito.  

 Esta reedição conta com notas explicativas para termos e palavras fora de uso. 

Especificações do produto

  • Autor (a)Júlia Lopes De Almeida
  • GêneroRomance
  • EditoraJanela Amarela Editora
  • Páginas118
  • Ano2020
  • Edição
  • IdiomaPortuguês
  • ISBN9786599318528
  • Tamanho4,72 MB
  • Idade indicadaLivre

Resenhas no

Débora Martins13/06/2026
Resenha com spoilers
A educação muda vidas
Que lindo ler uma história em que a vida se transforma com o acesso à educação. Mesmo Martha vivendo com imposições sociais do século XIX, ela consegue traçar um destino diferente, ao menos financeiramente, graças ao estudo e ao esforço de sua mãe. Essas duas mulheres representam o que é ser mulher no Brasil naquela época e ainda hoje.
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Julya Lopes12/06/2026
Resenha com spoilers
Muito chato
meu deus muito maçante, chato demais, a coisa mais emocionante é um homem dar alcool para uma criança
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Ana Collela09/06/2026
Resenha com spoilers
Martha, Martha
Martha é uma mulher tão insegura e que pensa tão mal de si, pelas coisas que viveu com a classe mais alta, que trata a todos que a conhecem desde sempre com secura e apatia. A sua falta de amor próprio machuca sempre à sua mãe, pois a falta desse amor também a impede de amar sua mãe. Sua mãe, doou a sua vida sem egoísmo para Martha; mas a protagonista é muito egoísta por conhecer e ambicionar o luxo e as riquezas, as pessoas com as peles mais brancas e os homens, mesmo assumidamente cafajestes. Martha, na sua imensa ingenuidade, infelizmente machucou-se a si mesma e aos que realmente lhe amavam. Martha tinha algum tipo de compaixão pela sua mãe e verdadeiro amor, mas só foi enxergar e compreender seu trabalho cansativo e que lhe retirava a vida anos depois, na sua maioridade dos 20 e tantos anos. Novamente, isso se deve não só ao egoísmo de Martha, mas sim à desigualdade social bruta que assolava a protagonista desde o começo de sua vida. Mas confesso, desde o começo sabia que Luiz era ruim, mas Martha por não entender essas questões, por ter se mergulhado nos estudos, não entendia as brechas sociais. No fim, ela é mais uma afetada duramente pelas questões sociais e pela pobreza, que moldou sua forma de vida, sua insegurança e sua ambição pelo luxo descabido. E mesmo com essa revolta que sinto ao ler esse livro, me reconheço em Martha, nas suas ambições, nas suas tristezas e nas mesmas picuinhas. Talvez seja por isso que o livro bate tão perto de casa.
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